“Nosso planeta está gritando e dando todos os sinais”, diz a doutora Carminha Learth, da UFCG/Campus Patos

Todos os olhares do mundo estão voltados para a cidade de Belém, no Estado do Pará, onde acontece a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 30). O […]



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Todos os olhares do mundo estão voltados para a cidade de Belém, no Estado do Pará, onde acontece a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 30). O planeta vem sendo devastado ano a ano e cada vez mais tem dado sinais claros de que ou os poderosos multimilionários com seus governos mudam, ou teremos mais catástrofes ainda.

Na manhã desta sexta-feira, dia 14 de novembro, a professora doutora Carminha Learth, do Curso de Engenharia Florestal da Universidade Federal de Campina Grande, Campus Patos (UFCG/Patos), fez uma análise dos danos causados ao meio ambiente e de como isso interfere na vida na Terra. Todas as sextas-feiras, dentro do programa Polêmica, na Rádio Espinharas FM, a professoras e universitários sob sua orientação fazem participação com temas ligados a consciencia social e ambiental.

Carminha Learth é pesquisadora e uma das referências no Nordeste em se tratando do semiárido e da Caatinga com sua fauna e flora única no mundo. Ela disse que o bioma está sendo devastado de forma silenciosa e as consequências são visíveis, tais como calor, umidade baixa no semiárido e tornados no Sul.

O desmatamento da Caatinga está provocando a ausência de nascentes, afetando o clima e comprometendo o futuro da própria região, que caminha para um cenário quase irreversível de perda hídrica, ao ponto de surgir deserto no Nordeste na região entre o Pernambuco e Bahia.

A professora acredita e luta para que os governantes e a própria sociedade promovam ações para mudar, enquanto resta tempo, para reverter os danos ao meio ambiente e à natureza.

Ouça o relato da professora doutora Carminha Learth: