Desde 1995, acontece em todo o Brasil, o Grito dos Excluídos/Excluídas. A iniciativa se deu por encaminhamento da Pastoral Social da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e ganhou força ao ser abraçada por movimentos populares dos mais diversos, por progressistas, cidadãos conscientes e sensíveis às causas de igualdade social, fraternidade e solidariedade aos que sofrem em decorrência das mazelas geradas pelo sistema capitalista.
Na noite desta segunda-feira, dia 11 de agosto, representantes de alguns movimentos populares, representantes políticos, setores sociais da Igreja Católica e de entidades diversas, estiveram reunidos para definir ações para a realização do Grito dos Excluídos 2025, que tem como tema: A vida em primeiro lugar e o lema: cuidar da casa comum e da democracia é luta todo dia.
O Grito dos Excluídos/Excluídas também abraçou o plebiscito que este ano se debruçou sobre dois temas extremamente relevantes: redução da jornada de trabalho, tendo a discussão da escala 6×1 e a questão da taxação dos super-ricos. O plebiscito quer saber o que a sociedade pensa sobre esses temas e a votação irá revelar.
A votação deve iniciar ainda neste mês de agosto em locais pontuais e seguirá até o dia 7 de setembro. Uma comissão está dando os primeiros passos para mobilizar setores da sociedade e na próxima segunda-feira, dia 18 de agosto, às 19h00, um encontro ampliado vai aprofundar as tarefas para a votação e as atividades da semana crucial que antecede o sete de setembro, Dia da Independência do Brasil.
Uma sugestão de pauta para as ações foi aprovada e o plebiscito popular já se iniciou por meio do endereço eletrônico: https://plebiscitopopular.org.br/
A reportagem ouviu o Padre Sebastião, que é um dos membros da comissão organizadora do Grito dos Excluídos/Excluídas 2025. Ouça:

Jozivan Antero – Polêmica Patos
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