Congresso da UP/Patos define que o caminho é derrotar Bolsonaro e organizar o povo de todo o Brasil

Neste domingo, dia 10, aconteceu no auditório da Rádio Espinharas, o Congresso Municipal da Unidade Popular (UP). A pauta aprovada teve como pontos principais: 1. Conjuntura e tática para derrotar […]



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Congresso da UP/Patos
Congresso da UP/Patos

Neste domingo, dia 10, aconteceu no auditório da Rádio Espinharas, o Congresso Municipal da Unidade Popular (UP). A pauta aprovada teve como pontos principais: 1. Conjuntura e tática para derrotar o fascismo; 2. Organização do Partido e 3. Eleições 2022.

A mesa do congresso foi formada pela assistente social Fernanda Oliveira, pelo jornalista Rafael Freire e pelo presidente da UP/Patos, Emanuel Escarião. A exposição inicial sobre a conjuntura e tática para derrotar o fascismo ficou a cargo de Rafael Freire, que fez uma explanação diante do governo Bolsonaro e do ataque sistemático à democracia, aos direitos sociais e a aliança com setores do agronegócio e dos banqueiros que vem causando a mais profunda miséria ao povo enquanto enriquece uma minoria de magnatas nacionais e internacionais.

Houve unanimidade em definir que o Governo Bolsonaro é o inimigo número 1 dos trabalhadores e do povo brasileiro. Mesmo antes de ser eleito, Bolsonaro já demonstrava seu caráter de fascista, machista, ignorante, corrupto e de aliança com o que existe de mais atrasado na sociedade, que traz infelicidade da grande maioria do povo, mas que segue no poder por intermédio da compra de políticos vigaristas e sem compromisso com a nação.

O Congresso da UP/Patos apontou o caminho da organização social para fortalecer o povo e buscar, na verdadeira política, a compreensão do papel que tem cada um para melhorar a vida na sociedade. Os presentes definiram os militantes que irão representar a cidade de Patos no Congresso Estadual e Nacional da UP, que acontecerá ainda este ano de 2021. 

“Derrotar Bolsonaro é o primeiro passo! Temos que entender também que nosso inimigo é a política neoliberal que está cada vez mais representada em oligarquias locais e nacionais. O povo vem sendo massacrado há anos e o caminho é se fortalecer nas lutas e dar um basta a desigualdade social”, relatou Emanuel Escarião.

Após a discussão, se identificou a necessidade de aprofundar o debate em torno de candidaturas próprias, seja para presidente, governadores e os demais cargos eletivos das eleições de 2022.


Jozivan Antero – Polêmica Patos