Em Patos, professora está sendo investigada após desviar 12 mil reais de recursos assistenciais da escola PREMEM

A Delegacia de Polícia Civil de Patos abriu inquérito para apurar o crime de peculato praticado por uma professora da rede estadual de educação que leciona na Escola Cidadã Integral […]



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A Delegacia de Polícia Civil de Patos abriu inquérito para apurar o crime de peculato praticado por uma professora da rede estadual de educação que leciona na Escola Cidadã Integral Técnica Dr. Dionísio da Costa, conhecida popularmente por PREMEM, localizada no Bairro do Salgadinho, em Patos.

A investigação foi instaurada a partir de portaria do Ministério Público contra a professora Gizélia Soares Mota, que estava como presidente do Conselho Escolar e fez depósitos via PIX na sua própria conta que somam R$ 12.000,00 usando recursos do Programa de Auxílio à Alimentação Escolar da Paraíba (PAAE PB) no final de 2025.

Questionada pela diretora da Escola PREMEM, que descobriu o desfalque na conta do programa, a professora Gizélia confessou que realizou a ação diante de problemas de ordem pessoal, que estava devendo a uma pessoa e sendo ameaçada, mas que iria devolver o recurso a partir de um empréstimo e ajuda de um familiar.

O crime foi levado ao conhecimento da Delegacia de Polícia Civil, da 6ª Gerência Regional de Educação e aos demais órgãos competentes. Após os fatos estarrecedores, a professora renunciou ao cargo de presidente do conselho escolar e passou a lecionar em sala de aula normalmente.

De acordo com relatos em depoimento, a professora não falou quem a estaria ameaçando e ficou de fazer a devolução do dinheiro, mas não teria feito essa devolução e o fato vem revoltando servidores da escola que temem impunidade diante do crime.

A reportagem deixa o espaço aberto para o posicionamento da professora Gizélia Soares Mota.

Jozivan Antero – Polêmica Patos