Em Patos, barramento criminoso de água dentro do leito do Rio Espinharas está causando revolta aos agricultores prejudicados 

Centenas de médios e pequenos agricultores dependem das águas do Rio Espinharas para manter os cuidados com os animais e as plantações nas comunidades onde ainda se consegue captar a […]



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Centenas de médios e pequenos agricultores dependem das águas do Rio Espinharas para manter os cuidados com os animais e as plantações nas comunidades onde ainda se consegue captar a pouca água, mesmo que poluída.

Em decorrência da falta de chuvas e do grave problema hídrico que afeta o sertão paraibano e grande parte do Nordeste, os agricultores buscam sobreviver com o pouco que se tem nos rios, açudes, barragens, poços e cacimbas que ainda resistem.

Nesta terça-feira, dia 27 de janeiro, os agricultores da comunidade Sítio Trincheiras, no município de Patos, denunciaram que estão tendo ainda mais dificuldades para captar água no Rio Espinharas em decorrência de barragens artesanais erguidas no leito do rio e impedem a passagem da pouca água.

Os agricultores denunciam a ausência de órgãos de fiscalização, a exemplo da Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (AESA PB) e da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA). Relatos são de que os casos de barramento estão sendo denunciados há bastante tempo, mas nada é feito mesmo diante de leis que proíbem tal prática criminosa.

A ausência de fiscalização e providências por parte das autoridades está causando conflitos na comunidade. Os agricultores estão se organizando para medidas para o fim das barragens e alertam as forças de segurança para evitar maiores problemas.

O caso foi levado ao conhecimento do representante da AESA e se esperam medidas cabíveis.

Jozivan Antero – Polêmica Patos